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CERV, o monoposto de corrida da Chevrolet que nunca competiu

Nos anos 60, um carro que vencesse corridas era recurso valioso na indústria automotiva americana: era o win on Sunday, sell on Monday — o público adorava a ideia de ter na garagem um automóvel da mesma marca de um campeão das pistas. Não havia exceções. Por isso mesmo, quando o Chevrolet Engineering Research Vehicle I foi apresentado, em 1960, ser uma plataforma de testes para o time de engenharia da General Motors, como seu nome sugeria, era só um de seus objetivos. Na época o Corvette já era um esportivo experiente. Depois de uma estreia morna, em 1953, quando os 155 cv do seis-em-linha de 3,9 litros Blue Flame não faziam justiça ao belo visual, o 'Vette ganhou um motor V8 e, finalmente, tornou-se um roadster desejável por seu desempenho. Todos sabemos, porém, que o carro que deu ao Corvette a personalidade que mantém até hoje — um esportivo europeu feito à moda americana — foi o C2, de 1963, conhecido como Sting Ray. "Pai do Corvette" é como ficou conhecido Zora Arku

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