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Técnica

Como a ECU sabe quando (e quanto) injetar combustível no motor?

Como foi que dependemos tanto tempo de algo tão rudimentar quanto um carburador? Não é incrível que um aparelho daquele, que é pouco mais que um tubo de vácuo com um pouco de gasolina, tenha servido para tantos motores diferentes, a tantas finalidades diferentes e permitido que os automóveis realizassem coisas tão incríveis nesse tempo em que ele era a principal opção de alimentação dos motores. Pense, por exemplo, no Ford GT40 rasgando a Hunaudières ao lado das Ferrari P330, com seu V8 de sete litros entornando o combustível sugado pelos carburadores Holley ao longo de 24 Horas. Ou no Lamborghini Countach 5000 QV, que tinha 455 cv produzidos com a ajuda de seis Weber DCNF 44 e chegava a quase 300 km/h. Ou mesmo em todos aqueles carros que motorizaram o planeta — Ford T, 500, 2CV, Fusca, Austin Seven, Mini. Mas já no anos 1970 a história começou a mudar. As primeiras leis de emissões entravam em cena e alguns carros já não conseguiam mais atendê-las usando carburadores. Boa p

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