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Conheça o motor mais antigo do mundo ainda usado em um modelo de série

Um crítica recorrente no passado recente do mercado automobilístico brasileiro era a idade dos motores usados por algumas fabricantes. Por alguma razão, o consumidor brasileiro acredita que um motor precisa ser sempre reinventado a cada geração ou duas, e não hesita em criticar motores com desenvolvimento ao longo de mais de uma década. Veja por exemplo, o Jetta equipado com o motor 2.0 aspirado EA113/EA827: ele não escapou de ser apelidado de Santana por conta da combinação do eixo traseiro de torção e do motor evoluído do AP2000 que equipou a versão brasileira do Passat sedã. Com os Chevrolet Vectra e Astra não foi diferente: apesar de usarem uma evolução bem interessante do Família II, o motor 2.0 acabou apelidado maldosamente de "Monzatec". Como acontece com as plataformas, nem sempre um motor de denominação antiga é ineficiente. Talvez fosse o caso dos dois exemplos acima — especialmente o 2.0 do Jetta, que tinha 120 cv em uma época na qual seus rivais já passavam dos 140

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