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Zero a 300

Hyundai N Line no Brasil | Um roadster Suzuki “Hayabusa” para os games | o Maserati MC20 Cielo e mais!

Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco. n line

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Hyundai terá modelo N Line no Brasil

N Line

Faz exatamente seis anos e um dia que nós publicamos uma matéria explicando o significado real da incursão da Hyundai em Nürburgring. Basicamente eles estavam desenvolvendo a tecnologia e adquirindo know-how que seria usado na divisão N, que foi lançada mais tarde para brigar com as marcas mais estabelecidas no segmento dos esportivos.

Eles colheram seus frutos: já venceram o WRC em 2019 e em 2020 e sua linha de esportivos é bem considerada na Europa e EUA. No Brasil temos a categoria monomarca do HB20, que também está rendendo bons frutos para a Hyundai.

E agora vamos receber o primeiro modelo com a grife N da marca, que não será um esportivo propriamente dito, mas um modelo N Line — semelhante à R Line da Volkswagen, com aparência esportiva em modelos regulares.

A Hyundai já começou a divulgação deste futuro modelo N Line, porém não revelou qual será o carro. Os amigos do Motor1.com apuraram que este carro será o Creta, o que faz um certo sentido, considerando que é um modelo de maior valor percebido e que pode trazer margens maiores com uma grife esportiva.

Idealmente, num mercado menos instável, em um momento menos instável, faria mais sentido que a Hyundai substituísse o HB20 Sport por um HB20 N Line — que faria frente ao Onix RS e ao Argo S-Design, por exemplo. Eu não ficaria surpreso se, em vez do Creta, fosse o HB20 o modelo escolhido para inaugurar a grife N Line por aqui. Especialmente por que a Hyundai já está trabalhando no facelift do HB20…

Um i20 N Line

Embora a grife N Line seja meramente uma “esportivação” dos carros, lembre-se que ela pode ser um termômetro do interesse do público em um Hyundai esportivo. A Volkswagen fez isso com o Jetta R Line antes do GLI e a Toyota está fazendo isso com o Corolla GR antes do GR Corolla. Já imaginou um futuro no qual o i30 N acaba caindo de para-quedas no Brasil para enfrentar Honda Civic Type R e o próprio GR Corolla?

Sim, eu sei que eles não competem diretamente, mas uma boa estratégia de marketing e um preço bem-resolvido poderiam dar uma boa vantagem ao Hyundai. E mesmo o Creta N Line poderia ajudar nisso.

Por ora, só podemos especular, infelizmente. A Hyundai confirmou apenas que teremos um N Line e que ele chega em junho deste ano, também conhecido como “mês que vem”. (Leo Contesini)

 

Este é o novo Maserati MC20 Cielo

Conforme previsto, a Maserati mostrou hoje o tal carro que faria a gente ver o céu diferente. Para surpresa de ninguém (meu cachorro está olhando confuso para mim, mas acho que é fome), é a versão conversível do MC20.

Chama-se “MC20 Cielo”. Nenhuma surpresa debaixo do capô,também, claro: usa o mesmo Nettuno V6 do cupê MC20. O motor de 3,0 litros produz os mesmos 621 cavalos de potência. Continua com uma caixa de câmbio de dupla embreagem de oito velocidades, e tem uma velocidade máxima de mais de 320 quilômetros por hora. Mas agora, tudo isso vem com mais vento.

A Maserati agora anuncia que tem três variantes do monocoque de fibra de carbono do MC20: uma para o cupê, uma para o conversível e uma para o EV. Eles diferem em sua distribuição e estratificação da fibra de carbono. Enquanto a Maserati projetou o monocoque do cupê por seu peso e desempenho, o monocoque da Cielo se concentra no aumento da rigidez. O MC20 Cielo pesa apenas 65 quilos a mais que o cupê MC20, o que é um preço pequeno para ser melhor visto na Riviera, onde andará a 20 km/h de qualquer forma.

O teto retrátil abre ou fecha em apenas 12 segundos. O teto é de vidro em cima dos ocupantes, um painel de vidro cromático que pode mudar instantaneamente de transparente para opaco, graças à sua tecnologia de cristal líquido disperso em polímero (PDLC). A Maserati afirma que este é o maior painel de vidro do segmento. E faz um carro extremamente cool, mesmo fechado.

Além disso, novas rodas feitas de liga, com “corte de diamante”, seja lá o que for isso. A Maserati também oferecerá rodas de fibra de carbono oportunamente, que reduzem 30 kg de peso. Ainda não foi anunciado o preço, nem a data de venda. (MAO)

 

O roadster Suzuki “Hayabusa” que só teremos nos games

Lembra do Suzuki GSX-R/4 de 2001? Esse carro vermelho aí embaixo? Ele foi a única vez em que a Suzuki colocou o motor da Hayabusa em alguma coisa com mais de duas rodas. Depois disso muita gente fez o mesmo, mas a Suzuki nunca mais tocou no assunto. Até agora.

O novo pacote de atualização de Gran Turismo 7 (Update 1.15) traz o Suzuki Vision Gran Turismo, um roadster/barchetta que tem um pouco do Suzuki Swift Sport atual, e um pouco do GSX-R/4 de 2001.

É claro que ele é apenas um carro virtual, como todos os conceitos Vision Gran Turismo, então ele tem, virtualmente, um motor 1.3 de Hayabusa central-dianteiro e mais três motores elétricos — dois ligados às rodas dianteiras e outro na traseira, ajudando o 1.3 da Busa.

Isso faz com que o speedster tenha uma potência virtual de 432 cv a 9.700 rpm (que vai soar como todo carro do jogo, porque é Gran Turismo, afinal….). O carro pesa 970 kg virtuais e deverá ganhar uma versão Gr.3 mais adiante.

Como eu já disse, ele tem zero chance de chegar ao mundo real, mas com alguma sorte, poderemos vê-lo na forma de concept car em algum Salão nos próximos meses. (Leo Contesini)

 

Prodrive dá mais detalhes do P25

Alguns dias depois do anúncio, chegam mais detalhes de um lançamento deveras interessante: o Prodrive P25. Como contamos então, a Prodrive inglesa é uma empresa de engenharia com capacidade extensa; de consultoria e contratação de serviço à montagem de protótipos. É também uma empresa especialista em competição, e de imenso sucesso em rali. Foi parceira da Subaru em suas vitórias nos anos 1990 e 2000.

O que sabemos agora: Embora não tenha sido divulgado se será um chassi novo ou carros antigos restomodded, será sim baseado, e uma homenagem, ao WRX STi 22b de 1997, O vinte cinco do nome é a idade do Subaru original.

O carro original, Subaru WRX STi 22B

O P25 usará um motor de quatro cilindros turbo de 2,5 litros com mais de 400 cv. A potência passa por uma caixa de câmbio semiautomática de seis marchas com paddle shifts atrás do volante, e tração integral nas quatro rodas, claro. A Prodrive diz que o modelo faz uso extensivo de fibra de carbono para manter o peso baixo.

Algumas das pessoas que trabalharam no carro de rally de 1997 contribuíram para o P25. Peter Stevens, que desenhou o carro original, “definiu o design” do novo modelo, de acordo com a Prodrive. David Lapworth, diretor técnico da empresa, trabalhou na engenharia de ambos.

A Prodrive construirá apenas 25 carros. O modelo fará sua estreia no Goodwood Festival of Speed em junho. A empresa está aceitando encomendas agora e planeja entregar o primeiro antes do final do ano. Não há detalhes de preços, ainda, mas você já sabe: nem adianta colocar o Sandero R.S. a venda e falar com o gerente do banco. É dinheiro, digamos assim, sério. (MAO)

 

Aston Martin Bulldog vence a Coppa d’Oro em Villa D’Este

Em 1977, o carro mais veloz do mundo não era uma baixa e impossivelmente desconfortável cunha italiana de motor traseiro. Nem muito menos um Porsche ou um Corvette. Era um bruto e aparentemente quadrado e enorme cupê de luxo inglês chamado Aston Martin V8 Vantage. Era um carro fenomenal que mostrava que a Aston Martn estava de volta.

Animados com isso, mas certos de que em breve perderiam o título, a empresa inglesa embarca numa jornada ambiciosa: montar o V8 DOHC da marca num chassi de motor central traseiro, e carroceria mais baixa e aerodinâmica. E para garantir que o título de mais veloz permanecesse indubitavelmente em casa, dois turbocompressores no V8. Hoje comum; em 1979, quando o Aston Martin Bulldog foi mostrado, quase impossivelmente exótico.

No fim, era realmente impossível. A carroceria de William Towns (o apaixonado por cunhas e linhas retas que desenhou também o Aston Martin Lagonda), o motor de 500 cv, e os 200 mph de final (321 km/h) ficariam para sempre apenas na imaginação: quando Victor Gauntlett comprou a empresa em 1981, redirecionou os recursos para melhorar o carro tradicional da empresa, o V8 e o Vantage. Apenas um Bulldog, o protótipo, existe.

Tudo isso aconteceu 40 anos atrás. Mas hoje, uma pequena empresa de restauração está prometendo fazer o carro chegar aos tais 200 mph. No processo, este fim de semana conquistaram uma vitória especial. O Bulldog acaba de se tornar o carro mais jovem a ganhar o prêmio Coppa d’Oro no Concorso D’Eleganza di Ville D’Este 2022. A Coppa d’Oro é especial porque é escolhida especificamente pelos demais participantes da competição.

No ano passado, o vencedor foi um Lancia Dilambda Serie I de 1930. De fato, ao longo dos anos, a grande maioria dos vencedores saiu da década de 1930, e o mais jovem até agora sendo o magnífico Alfa Romeo 33-2 Stradale Scaglione Coupe de 1968. O Bulldog trouxe o veterano concurso para a atualidade.

Desde que foi re-encontrado, mais de 6.000 horas de restauração foram gastas nele. O mais irônico é que a direção desta restauração é de Richard Gauntlett: filho de Victor, justamente o cara que cancelou o projeto! Gauntlett foi colocado no comando pelo novo proprietário do carro, Philip Sarofim, que está totalmente focado em chegar a 200 mph com o Bulldog.

“A vitória em Ville D’Este é uma ocasião importante – ganhar um prêmio tão prestigioso e histórico em seu primeiro concurso é uma prova do trabalho incrível da CMC e da visão e habilidade de engenharia da Aston Martin. O próximo desafio é levar o carro aos 200 mph, e faremos isso ainda este ano em um local que anunciaremos em breve.” – disse o proprietário.

Uma história sensacional. Boa sorte, Monsieur Sarofim! (MAO)

 

DOT do pneu: não é data de validade. Mas pneu expira?

Acabamos de publicar um vídeo em nosso canal falando sobre o tal do “DOT do pneu”, como diz o jargão. Muita gente confunde este dado com data de validade do pneu – o que é uma informação incorreta. Os números que estão no fim do código D.O.T. informam a data de fabricação, não de validade. E com isso, automaticamente vem a dúvida: afinal, pneu tem ou não tem data de validade? O que faz um pneu expirar antes do outro? Isso vale mesmo para um pneu novo e corretamente acondicionado em estoque? O que são os demais códigos que estão no DOT? E pra começar, o que quer dizer DOT? Tudo isso nós respondemos no vídeo acima.

 


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