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Zero a 300

O McLaren Senna “El Triunfo Absoluto” | SSC Tuatara chega a 474 km/h | a volta de Speed Racer e mais!

Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Conheça o exclusivo McLaren Senna XP El Triunfo Absoluto

Você talvez lembre que, em 2019, a concessionária McLaren de Beverly Hills, na Califórnia, fez um pedido de três unidades à McLaren Special Operations (MSO) que transformou três protótipos do McLaren Senna em versões especiais comemorativas da carreira do piloto brasileiro.

O primeiro deles era o Senna “Master of Mônaco”, uma homenagem ao recorde intocado de Senna e suas seis vitórias no GP de Mônaco — um recorde que destituiu ninguém menos que Graham Hill do posto de “Mr. Monaco”.

O outro era o “Lap of Gods”, uma referência à vitória no GP da Europa de 1993, no qual Ayrton Senna fez, debaixo de chuva, aquela que é considerada a melhor primeira volta da história da F1. E o terceiro, era o “Home Victory”, que celebrou a primeira, demorada e sofrida vitória de Senna no GP do Brasil — algo que só aconteceu depois de sete temporadas de Senna na F1.

Agora, depois de três anos, a loja decidiu revelar um quarto exemplar especial, feito pela MSO e que também celebra uma das grandes realizações de Senna em sua carreira: a vitória no GP do México de 1989.

Como os outros três exemplares desta série temática, o Senna “El Triunfo Absoluto” também foi transformado em uma unidade que já havia sido usada pela McLaren anteriormente. Este exemplar era o carro de imprensa da McLaren, usado pelos jornalistas que avaliaram o Senna em seu lançamento.

McLaren Senna

A decoração, como os anteriores, é de gosto questionável (sou um cara educado, então me limito a colocar em dúvida). Por fora ele tem as cores da bandeira do México em algumas partes da carroceria, porém sem o branco. Apesar de remeter mais à bandeira portuguesa do que à mexicana, as cores dão o toque de exclusividade que é proposto ao carro.

O problema está na soleira, quando você abre a porta. Ali há uma pintura de aerógrafo com a bandeira mexicana de fundo para uma imagem de Ayrton Senna erguendo o troféu à frente de uma bandeira brasileira em menor escala, uma confusão de cores e um estilo artístico bem questionável — especialmente em um carro que deverá passar do milhão de dólares.

Outra decoração um tanto excessiva está na pintura verde de todos os elementos de carbono exposto no interior, carregando o visual e trazendo ainda mais cores para um cockpit que deveria ser mais uniforme, como é a proposta original do McLaren Senna. Mas… como dizem, o que vale é a intenção, não é mesmo? (Leo Contesini)

 

SSC Tuatara chega aos 474 km/h

Já faz 10 meses que a SSC admitiu que houve um “problema” com seu “recorde” de 532 km/h. Desde então, eles vêm tentando recuperar a confiança do público a respeito da capacidade real do Tuatara. Eles já registraram um teste oficial de velocidade máxima com medições nos dois sentidos, no qual chegaram a 455,28 km/h com o hipercarro.

Agora, eles tentaram mais uma vez – o objetivo é quebrar a barreira das 300 mph (482,8 km/h), algo que só a Bugatti fez com o Chiron ao atingir 490,37 km/h, porém com uma unidade modificada e em apenas uma direção. Para tentar superar o Chiron, a SSC levou o Tuatara à Space Florida, uma pista de lançamentos aeroespaciais do governo americano, onde era feita a aterrissagem do Ônibus Espacial da NASA.

Ali, o Tuatara conseguiu atingir 295 mph 474,76 km/h antes de ter de frear para conseguir parar o carro no espaço disponível. E embora pareça simples acelerar um supercarro em linha reta, o vídeo mostra o contrário, com o piloto Larry Caplin fazendo pequenas correções na trajetória durante a passagem.

Embora tenha sido medida somente em uma direção (como a Bugatti fez com o Chiron), a SSC fez questão de convidar a Racelogic, empresa especializada em medições de precisão de velocidade, para acompanhar o teste e validar as 295 mph/474,8 km/h.

Aparentemente a SSC ainda tem um longo caminho pela frente — os 15,62 km/h que faltam para superar o Bugatti Chiron não serão fáceis de se conseguir, especialmente sendo 15,62 km/h além de 475 km/h. Mas isso é algo que eles precisam tentar depois do fiasco do recorde falso. (Leo Contesini)

 

Suprimento de dois anos de Toyota GR86 vende em 90 minutos no Reino Unido.

Noventa minutos. Uma hora e meia apenas. Este foi o tempo necessário para todos os Toyota GR86 reservados para o Reino Unido serem vendidos. Para reservar o carro, era necessário pagar imediatamente um depósito de £1000, ou R$ 6010,00 no câmbio de hoje. E isso não garante uma data de entrega: apenas um lugar na fila. Os GR86 ingleses vão ser entregues até 2024.

Depois de 2024? Acabou GR86 para a Europa, aparentemente. Em 2024, as medidas ‘B’ do padrão de Regulamento Geral de Segurança da UE entram em vigor na Europa e, não parece possível que o carro os atenda. Depois de 7 de julho de 2024, quando entra em vigor a nova lei, é o fim.

O GR86 está recebendo uma resposta sensacional da crítica lá fora. Se o “Toyobaru” original já era muito bem-visto, este parece ter acabado com as críticas restantes de uma vez por todas. A palavra “perfeito” foi repetida por mais de uma publicação.

O antigo motor 2.0, por exemplo, tinha um buraco irritante na curva de torque; o novo 2,4 litros, além de bem mais potente, é linear, sem buracos, e delicioso. Pneus de alta performance agora são usados, e não os finos “pneus de Prius” de antes.

O pequeno cupê é realmente sensacional: além de baixo e largo, e com um ajuste de suspensão primoroso, agora o quatro cilindros contraposto de 2, 4 litros gira alegre até 7400 rpm, e dá extremamente saudáveis 234 cv a 7000rpm. Todo mundo reporta um carro extremamente ágil e fácil de guiar rápido, quase incapaz de subesterço, e “fabulosamente leve aos comandos”. A um preço de Corolla, diversão de Porsche.

Não é à toa que, em todo lugar que está a venda, é um sucesso; por isso mesmo sua disponibilidade sempre limitada em todos os mercados. E mais um motivo para não vir para nosso país oficialmente. Se a Toyota (e a Subaru) errou em algo aqui, foi apenas na previsão de quantidade de vendas. (MAO)

Speed Racer vai voltar como série live-action na Apple TV

Alguém lembra ainda do Speed Racer? Mesmo quem já passou da meia idade e entrou na terceira, assistiu o desenho animado original quando criança, e hoje não aguenta cinco minutos dele sem ficar terminantemente entediado. O desenho foi uma das primeiras vezes que fomos expostos aos animes japoneses, e apesar do clima gostoso de anos 1960, tem um apelo bem limitado.

Em 2008, os Wachowskis, famosos pela Matrix, criaram uma adaptação cinematográfica do herói estrelada por Emile Hirsch. Era quase tudo formemente CGI bem ruim, e o filme todo beira ao inassistível, mesmo para crianças viciadas no desenho, agora adultos. Eu, por exemplo, não sei como ele acaba. E nem quero saber.

Mas agora vem a notícia que a produtora de TV Bad Robot de J.J Abrams, e a Warner Bros, estão fazendo uma série Speed Racer para a Apple TV. Estão contratando roteiristas neste momento e a logística de produção está em andamento.

O universo tem grandes possibilidades se bem explorado; principalmente de colocar tudo na realidade dos anos 1960, no mundo real. Basta aí colocar o elemento mágico das tecnologias malucas do Mach 5, e o Mamute-car, por exemplo. Vamos ter que esperar até o fim de 2023, na melhor das hipóteses, para saber. (MAO)

 

Estes são os novos Alpina B3 e D3

Como a Alpina agora é parte da BMW, não é estranho que os novos B3 (gasolina) e D3 (Diesel), tenham sido lançados praticamente junto com os novos série 3. O tratamento Alpina estará disponível para sedãs e peruas do série 3.

O novo BMW Alpina B3 é equipado com uma versão do motor turbo de seis cilindros de 3,0 litros do 340i, produzindo 495 cv e 73 mkgf de torque. As modificações são extensas: software revisado , turbocompressores específicos da Alpina, intercooler maior. Chega perigosamente próximo do território do M3, mas como sabemos, hoje a Alpina representa luxo com potência de M3, e não esportividade.

A tração é xDrive nas quatro rodas, e a transmissão automática de oito velocidades recalibrada e com componentes reforçados. O sedã acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos, enquanto a perua Touring precisa de 3,7 segundos. A velocidade máxima é aumentada para impressionantes 305 km/h para o sedan e 302 km/h para o Touring.

O BMW Alpina D3 S vem com um turbodiesel de seis cilindros de 3,0 litros, com 355 cv e 73 mkgf de torque. Previsivelmente, este é um pouco mais lento com 0-100 km/h em 4,6 segundos para o sedã e 4,8 segundos para o Touring. Da mesma forma, a velocidade máxima é de 273 km/h para o sedã e 270 km/h para o Touring.

Outras modificações incluem a Alpina Sport Suspension com novas molas, batentes e controle de amortecedor variável que muda dependendo do modo de direção selecionado (comfort+, comfort, sport e sport+). Há também uma direção esportiva variável recalibrada para melhor feedback. Os freios medem 395 mm na frente e 345 mm na traseira, com pinças azuis da marca Alpina. Discos perfurados mais leves e pastilhas de freio especiais são opcionais. As belíssimas rodas Alpina, claro, são item de série, 19 polegadas ou forjadas de 20 polegadas opcional.

Os novos Alpina começarão a ser entregues na Europa em outubro. Na Alemanha, os preços começam a partir de € 88.600 (equivalente a cerca de R$ 454.000 no câmbio de hoje) para o B3 Limousine e de € 89.900 (cerca de R$ 461.000) para o B3 Touring. Os modelos movidos a diesel são mais baratos, a partir de € 77.050 (R$ 395.000) para o D3 S Limousine e de € 78.450 (R$ 402.000) para o D3 S Touring. (MAO)


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