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Car Culture História

Il Commendatore: a trajetória de Enzo Ferrari, dos Grand Prix aos carros mais rápidos do mundo – Parte 6

No post anterior da nossa série sobre a vida de Enzo Ferrari, contamos como ele vendeu parte da Ferrari para a Fiat e usou o dinheiro para fazer a Scuderia voltar a vencer na Fórmula 1. Deu certo – Niki Lauda ajudou a equipe a conquistar três títulos de construtores em sequência (1975, 1976 e 1977). Depois dele, o promissor Gilles Villeneuve tinha tudo para ser um sucessor à altura, mas teve sua carreira abreviada por um acidente fatal em 1982. O canadense foi um dos pilotos favoritos de Enzo Ferrari, e sua morte veio em um momento crucial na Fórmula 1: o início da era de ouro dos motores turbinados, que em meados dos anos 80 ultrapassavam os 1.000 cv. Gilles morreu ao volante da Ferrari 126C, primeiro monoposto com motor turbo da Scuderia – um V6 de 1,5 litros com 120° entre as bancadas e 558 cv, capaz de entregar até 600 cv nos treinos de classificação. O 126C permaneceu na ativa por quatro anos (de 1981 a 1984) e, com ele, a Fe

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