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Car Culture

Magia Negra: todos os detalhes do novo (e dos antigos) AMG Black Series

Preciso começar este texto com um esclarecimento: de toda a equipe editorial do FlatOut, sou o que mais gosta dos carros da Mercedes. Tenho seis quadros promocionais da marca ao meu redor neste instante, e não vejo a hora de arrematar um W116 preto para enfeitar minha garagem e animar meus fins de semana. O gosto pelos Mercedes, para mim, foi o que chamamos de gosto adquirido. Foi como aprender a gostar de nozes; precisei de tempo e experimentação. Como todo moleque crescido nos anos 1990, é claro que eu sempre gostei muito mais dos BMW — especialmente porque eu morava na cidade que mais tinha E36 per capita no Brasil e os M3 eram um personagem recorrente no meu cotidiano da quinta série, em 1995. Claro, os AMG apareciam, mas era um tanto difícil encontrá-los, porque eles eram demasiadamente discretos para um garoto com olhos treinados para esportivos mais desinibidos. Além disso, quem viveu lembra, na época os esportivos alemães que faziam sucesso de verdade aqui eram os Porsche, os BMW M

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