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História

Mobiletes e scooters: a história das famosas “cinquentinha” no Brasil

Há algumas semanas, correu a notícia de que o Governo Federal decidiu facilitar a obtenção da Autorização para Conduzir Ciclomotor, ou simplesmente ACC. A partir de setembro, por 12 meses, deixarão de ser obrigatórias as aulas teóricas e práticas – os candidatos poderão passar direto para os exames. Após este período, as aulas práticas voltarão a ser obrigatórias, mas a carga horária será reduzida: em vez de 20 horas/aula, serão apenas cinco. De acordo com o Governo, a medida visa reduzir custos e agilizar o processo para pessoas que não queiram dirigir motos mais potentes. Para ser considerada um ciclomotor, a moto precisa ter um motor de até 50 cm³. Sabe o que isto me lembra? Antigamente, este tipo de veículo não se chamava "ciclomotor", que é um termo relativamente recente. Não, o nome era outro: mobilete – mesmo quando o veículo em questão não fosse, de fato, uma Mobilete. E era muito mais fácil obter o direito de conduzir sua mobilete nas ruas: era só comprar uma.

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