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Motores lendários: PRV, o V6 bastardo

Do meio para o fim dos anos 1960, as três grandes marcas francesas, então independentes, se viram em uma desvantagem estratégica clara: faltava um motor maior que os quatro cilindros em linha então vigentes. Quem sentia mais falta deles era obviamente a Citroën, que tinha inicialmente planejado um novo seis cilindros contraposto para o DS original de 1955, mas nunca saíra do papel. Para resolver o problema a Citroën compra a Maserati em 1968: o SM de 1970 aparece como topo de linha da marca, equipado com um V6 DOHC da Maserati. O DS normal, eventualmente receberia motores quatro em linha cada vez mais desenvolvidos, culminando no DS23, que nas versões injetadas dava respeitáveis 141 cv a partir de 1973. Mas as outras duas francesas, menos acostumadas que a Citroën em gastar o que fosse necessário para permanecer no topo da tecnologia, não achavam que teriam volume de vendas suficiente para pro

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