FlatOut!
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Zero a 300

Novo Lamborghini Countach aparece em supostas fotos vazadas, novo Audi A3 com motor 1.4 TFSI é lançado no Brasil, Governo libera venda direta de etanol aos postos de combustível e mais


Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco!

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Novo Lamborghini Countach aparece em supostas fotos vazadas

Depois de pegar todo mundo de surpresa como anúncio de um novo Countach, a Lamborghini esperava mesmo que não vazassem fotos do supercarro?

As imagens começaram a circular pela Internet e pelas redes sociais hoje (12), e elas mostram basicamente o que todo mundo esperava ver: um supercarro claramente feito em 2021, possivelmente com base no Sián, porém repleto de referências ao clássico. Há até um Countach das antigas nas imagens para referência, e é divertido apontar as semelhanças. Mas será mesmo o novo Countach?

O carro tem a mesma linha contínua da ponta do capô até o teto, e aposta em formas mais retilíneas e, até certo ponto, limpas. A dianteira tem uma fina entrada de ar com acabamento preto e o nome “Countach” no canto direito (ou esquerdo para quem vê o carro de frente), faróis em posição elevada com contorno quase perfeitamente retangular, e vincos que emulam os detalhes horizontais do Countach original – incluindo as bordas dos faróis escamoteáveis, que aqui foram trocadas por dobras que as imitam muito bem.

Na lateral, o icônico duto NACA deu lugar a uma entrada de ar tradicional, na mesma posição, porém bem maior; e as caixas de roda com recorte irregular certamente respeitam as linhas originais de Marcello Gandini. Os contornos da traseira também remetem ao design do Countach – incluindo as lanternas divididas em três partes, ainda que agora sejam elementos separados de LED. Os tempos mudam, afinal.

Com o nome “LPI800-4” praticamente confirmado, deduz-se que o novo Countach tenha um powertrain composto por um V12 aspirado, mais um sistema híbrido. A suspeita é que o carro seja feito sobre a base do Lamborghini Sián, o que significa que, em vez de baterias, ele traz um supercapacitor para alimentar o conjunto elétrico. No caso do Sián, são 819 cv moderados por uma caixa de sete marchas – o Countach, portanto, seria um pouco menos potente. E, como o Sián, deverá ser um modelo limitado.

Preferimos não cravar que as imagens vazadas sejam o real deal, até porque nossos leitores já notaram semelhanças com o Aventador e mesmo com o Murciélago. A dianteira e as entradas de ar ao lado do vidro traseiro – que tem até “persianas” – batem com o teaser que a Lamborghini divulgou nas últimas horas, mostrando justamente o nome “Countach” no para-choque e parte da traseira. Ao mesmo tempo, pode ser apenas uma projeção muito competente de algum fã.

Ainda não há uma data de lançamento, mas se as imagens vazadas forem mesmo do novo Countach, certamente a Lamborghini não vai esperar muito mais para lançar a novidade. Provavelmente saberemos neste fim de semana, dia 15 (domingo), quando acontecer o Pebble Beach Concours d’Elegance, na Califórnia – dizem que será esse o local da estreia.

Dentro do FlatOut, as opiniões estão divididas. Se as imagens vazadas forem reais, parte da equipe curtiu o resultado, e parte acha que poderia ser um pouco mais retrô e diferente do Aventador. O que você acha?

 

Audi A3 com motor 1.4 TFSI já pode ser encomendado por R$ 230.000

A Audi apresentou há poucas semanas a nova geração do Audi A3 no Brasil. Inicialmente o modelo foi ofertado apenas com o motor 2.0 TFSI de 220 cv, na versão Performance Black. Agora, porém, a marca abriu encomendas, em venda direta, da versão S Line Limited.

A principal diferença é o motor – o S Line Limited vem com o 1.4 TFSI de 150 cv e 25,5 kgfm de torque, ligado a uma caixa automática de oito marchas. Por R$ 229.990, ele vem equipado com ar-condicionado automático dual zone, cruise control, abertura das portas se chave, iluminação ambiente de LED, faróis e lanternas full-LED, sensores de estacionamento, park assist, direção elétrica progressiva e porta-malas com abertura automática. Conta ainda com painel digital Virtual Cockpit de 12,3 polegadas e central multimídia de 10 polegadas com conexão Android Auto e Apple CarPlay.

O preço de R$ 229.990, pelo que diz a Audi, vale tanto para o A3 hatchback (Sportback) quanto para o sedã. O lote importado da Alemanha é de 300 unidades, e a versão 2.0 Performance Black segue disponível para encomendas.

 

Governo libera venda direta de etanol aos postos de combustível

 

O governo federal publicou nesta semana uma Medida Provisória que permite aos produtores e importadores de etanol a revenda direta do combustível aos postos. A medida visa eliminar uma das etapas da distribuição como meio de reduzir o custo do combustível vegetal. Segundo o Ministério de Minas e Energia, esta medida, na prática, abre o mercado e incentiva a concorrência “com potencial redução dos preços dos combustíveis”.

Antes da medida, os produtores e importadores eram proibidos de vender o combustível diretamente aos postos, podendo negociá-los somente com os distribuidores. Como há apenas três empresas controlando mais de 80% do mercado de distribuição, estas empresas têm um grande poder de influência nos preços dos combustíveis, além, claro, de inserir uma etapa na logística de distribuição, com seus custos inerentes à operação. Outra mudança prevista na MP é a liberação de compra de combustíveis de um distribuidor diferente daquele da bandeira do posto, no caso dos postos bandeirados. O posto, contudo, terá de manter a informação em local visível.

Refinarias vs. distribuidoras vs. postos: por que o preço da gasolina não baixa?

Estas duas mudanças foram apontadas anteriormente como dois empecilhos para a redução dos preços dos combustíveis. Para entender como estes fatores afetam os preços, leia a matéria do link acima. (Leo Contesini)

 

Novo Chevrolet Bolt chega ao Brasil por R$ 317.000

Seguindo a ordem sugerida no anúncio feito há alguns dias, a Chevrolet começa a vender nesta semana o novo Bolt. O hatchback elétrico agora traz a reestilização apresentada nos EUA há poucos meses, com faróis mais afilados e sem a grade falsa que o carro trazia até agora. O preço? R$ 317.000.

Para quem acompanhou o lançamento em 2018 por R$ 274.000, é um salto e tanto – mas também não surpreende, considerando a conjuntura, a crise dos semicondutores e o aumento generalizado no preço de praticamente tudo.

Os novos faróis são auxiliares – os principais ficam logo abaixo, parcialmente ocultos pelo acabamento preto, e a iluminação externa do novo Bolt é toda de LED. Por dentro, mudam volante, central multimídia – agora com tela de 10,2 polegadas – e a alavanca de câmbio, que deu lugar a um botão para selecionar os modos de condução.

O motor elétrico é o mesmo, com 203 cv e 36,7 kgfm de torque, alimentado por um conjunto de baterias de 66 kWh. É o bastante para garantir até 416 km de autonomia sob as condições ideais, e agora o Bolt vem com um carregador de capacidade para até 11 kWh – antes eram 7 kWh. Com isso, o tempo para uma recarga completa cai de dez horas para 6,5 horas.

 

Toyota suspende produção de Yaris e Corolla Cross em Sorocaba (SP)

A Toyota é a mais nova vítima da crise dos semicondutores no Brasil. A fabricante anunciou ontem (11) a interrupção das atividades de sua fábrica em Sorocaba, no interior de São Paulo, entre os dias 18 e 27 de agosto de 2021.

A unidade sorocabana da Toyta é responsável pela produção do Corolla Cross, do Yaris (tanto o hatch quanto o sedã), e também do Etios, que atente mercados externos. Os funcionários ficarão em férias coletivas, e voltarão a trabalhar em 30 de agosto.

A Toyota diz que a planta de Porto Feliz (SP), onde são fabricados os motores 1.3, 1.5 e 2.0, também terá as atividades parcialmente afetadas. Por outro lado, a pausa não acontecerá em São Bernardo do Campo (SP), onde são fabricadas peças para motores; e nem em Indaiatuba (SP), onde é produzido o Corolla sedã.

A paralisação acontece em uma hora inoportuna para a Toyota, que até então foi uma das menos afetadas pela crise e chegou à vice-liderança do mercado no mês passado – um feito que impressiona aqueles acostumados ao reinado das “quatro grandes” (Volkswagen, Fiat, Ford e Chevrolet) na indústria brasileira.

 

Ford GT pode ganhar novo motor antes de sair de linha em 2022

O Ford GT, para quem esqueceu, foi o último superesportivo lançado pela fabricante americana, lá em 2016– e sua estreia foi marcada por um processo rigoroso de escolha dos compradores, bem como notícias de pessoas comprando seus exemplares e tentando vendê-los com lucro (os famosos flippers) pouco depois. Mas ele também trouxe design ousado e aerodinâmica inovadora.

Apesar de ter ficado meio sumido do radar nos últimos tempos, o Ford GT ainda é produzido e está marcado para sair de linha só no ano que vem, quando mais 250 unidades serão fabricadas. E parece que vem novidade por aí.

Recentemente, um exemplar branco foi flagrado em testes nos EUA pelo site Ford Authority. A publicação conversou com fontes anônimas ligadas ao projeto, e elas dizem que o ronco do motor é completamente diferente do V6 biturbo de 3,5 litros usado pelo Ford GT. A sugestão é que se trata de um motor V8 – como no GT40 original e no Ford GT de 2005 (que era uma cópia quase 100% fiel do clássico).

As fotos também mostram que o Ford GT recebeu um scoop na parte traseira, o que indica um motor com mais apetite por ar fresco.

Outros boatos dizem que a Ford deve usar o mesmo motor 3.5 biturbo, porém com mais potência. Normalmente o Ford GT dispõe de 670 cv, mas este carro pode ter algo acima dos 700 cv.

É claro que, por questão de tradição, seria bacana ver o Ford GT com um motor V8. Que tal o V8 Predator usado no Mustang GT500? Nem precisava mudar – os 770 cv do muscle car certamente fariam um estrago (no melhor sentido possível) no cofre do Ford GT.

 

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