A revista semanal dos entusiastas | jorn. resp. MTB 0088750/SP
FlatOut!
Image default
Pensatas

O carro popular já cumpriu seu papel. Nós é que não cumprimos o nosso

Lembra do iPod? Era um dispositivo que, quando lançado, colocava mais de 1.000 músicas em uma caixinha do tamanho de um maço de cigarros, pensada para caber no bolso dianteiro de uma calça jeans comum. Era um negócio impressionante, na época. Em 2001, quando ele foi lançado, eu ainda tinha esperanças de consertar o leitor do meu Discman da Sony, onde eu ouvia os mp3 baixados do LimeWire, convertidos e gravados em CD. Quem viveu a época lembra que este era o único jeito de ouvir músicas baixadas da internet. O problema é que o iPod era caro e só funcionava nos computadores Apple, que eram incompatíveis com os computadores movidos por processadores Intel. No Brasil, o iPod só foi pegar de verdade no final da década, com a estabilidade cambial e quando os smartphones começavam a dar as caras no mercado. Pouco antes disso, por volta de 2004, o Brasil foi inundado por uma série de tocadores de mp3 de baixo custo, trazidos da China, que armazenavam bem menos que as 1.000 músicas do iPod, ma

Matérias relacionadas

Nightrun: pegue seu carro e atenda o chamado da noite

Dalmo Hernandes

Como a legislação projeta o seu carro

Marco Antônio Oliveira

Cara, cadê meu carro voador? Já estamos em 2020!

Leonardo Contesini