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Zero a 300

O fim do Hyundai 1.6? | o primeiro Bugatti elétrico | o Valentino Rossi na Audi e mais!


Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Hyundai deve abandonar motor 1.6 no Brasil

Depois do Fiat e.torq, outra possível vítima do Proconve L7 será o motor Gamma 1.6 da Hyundai. Segundo apuração dos amigos do site Autos Segredos, a fabricante coreana não deverá atualizar o motor para atender as novas normas de emissões, que já estão em vigor para modelos novos e passam a ser aplicadas a modelos já em produção a partir de 1º de fevereiro.

A fabricante não confirmou a informação, mas mudanças recentes na linha de modelos da marca apontam para esta decisão. Em 2021 o motor 1.6 deixou de ser oferecido no HB20 e HB20S, passando a equipar apenas o HB20X, que ainda é oferecido como ano-modelo 2021/2022. É provável, portanto, que o HB20X passe a ser equipado com o motor 1.0 TGDI a partir de fevereiro, encerrando o motor 1.6 Gamma na linha HB20.

Já com o Creta, a versão Action, que mantém o visual da primeira geração, é o único oferecido com o motor 1.6 Gamma. Como se trata de um modelo de entrada, não faz sentido um upgrade com uma motorização mais cara, com maior valor agregado — especialmente quando o motor 1.0 TGDI é reservado à versão de topo do modelo, com o 2.0 na intermediária. Assim, a Hyundai deverá encerrar a oferta do Creta de entrada, mantendo apenas a atual geração a venda.

O motor 1.6 Gamma deu as caras no Brasil ainda no final dos anos 2000, equipando o Kia Cerato lançado em 2006, e foi adotado no Hyundai Veloster de primeira geração, no Kia Soul, no Hyundai i30 de segunda geração, no Hyundai HB20 e no Creta e também no Kia Rio. Em todos estes anos ele teve configurações de 121 cv a 130 cv, em versões monocombustível e flex, e chegou às pistas com a copa Hyundai HB20. (Leo Contesini)

 

“Tracker cupê” é flagrado em testes na Coreia

A Chevrolet está preparando um novo modelo para competir no segmento imediatamente superior ao Tracker, onde hoje estão Compass e Taos e, futuramente, veremos o Fiat Fastback, posicionado acima do Pulse. Conhecido por ora como Chevrolet Trax (que é o nome do Tracker nos EUA) ele foi flagrado em testes na Coreia, já com sua carroceria definitiva.

O modelo usa a mesma plataforma GEM do Tracker e Onix, desenvolvida na China, porém será mais longo, se aproximando da futura Montana e chegando aos 4,30 metros. Infelizmente, isso é tudo o que se sabe sobre ele no momento. Detalhes sobre a motorização ainda não foram revelados, mas espera-se que ele seja equipado com o motor 1.2 turbo das versões de topo do Tracker. Além disso, ele deverá ser produzido na fábrica de Rosario, na Argentina, pois a unidade de São Caetano do Sul/SP ficará encarregada da nova Montana, além do Tracker e da próxima geração da Spin.

Quanto aos preços, eles devem partir da casa dos R$150.000, avançando um pouco além disso. O lançamento, contudo, deve demorar um pouco, pois antes dele a GM irá lançar no Brasil a nova geração da Montana, sua resposta à Fiat Toro, que juntamente da Strada, domina o segmento de picapes. (Leo Contesini)

 

Primeiro Bugatti elétrico não é o que você imagina

Ettore Bugatti não tinha problema com propulsão elétrica; achava que para certas utilizações, era a melhor forma de transporte. Não acreditava que fosse suficiente para substituir o motor a combustão interna, mas em certas situações, ideal. Ettore Bugatti, você deve saber, não era um cara bobo.

Ettore e seu filho Roland, com um Bugatti elétrico.

Além do seu conhecido Bebé, a miniatura de Tipo 35 para os filhos de seus clientes milionários, Bugatti fez um carro elétrico de verdade: o tipo 56. Era um dois-lugares que usava frequentemente para se movimentar dentro de sua grande propriedade, ir verificar a fábrica e inspecionar como seus funcionários trabalhavam.

Bugatti Type 56, 1931: elétrico

Isso, claro, quando não estava com vontade ou tempo de fazê-lo montado em um de seus cavalos de corrida puro-sangue. Ettore era um tipo de pessoa cada vez mais raro: um gentleman, um cara que não fazia nada sem estilo e circunstância, sem demorar uma hora de manhã para ficar apresentável ao mundo. Imagino como veria o mundo de hoje, cheio de gente que nunca tira o pijama, e vai à padaria de chinelo e camisa que denuncia o cardápio da janta do dia anterior.

O primeiro veículo Bugatti elétrico do mundo moderno também não parece algo que um gentleman como Ettore se dignasse a usar; é um veículo mais popular entre gente urbana que não gosta de ser vista em cima de automóveis, ou motocicletas (mesmo elétricas), e prefere se locomover como uma menina de sete anos de idade, capacetinho e tudo. Nada é para sempre; o que é chique e admirável sempre muda, e os fabricantes tentam se manter relevantes mesmo assim.

É isso mesmo. A Bugatti atual, mais conhecida por hipercarros que passam de 400 km/h, revelou seu primeiro veículo elétrico: uma scooter que mal chega a 30 km/h. A máquina improvável é o resultado de uma parceria entre a marca francesa (que agora é controlada pela empresa croata de hipercarros elétricos Rimac) e a empresa de e-scooter Bytech International, com sede em Nova York. A scooter é projetada e produzida pela Bytech, embora tenha recebido uma extensa reforma no estilo da Bugatti.

A scooter Bugatti tem três configurações de velocidade: Economy (até 15 km/h), City (20 km/h) e Sport (30 km/h). É alimentado por uma bateria de 36v, 10ah (0,36kWh), com uma autonomia de 35 km. A bateria pode ser carregada enquanto estiver conectada à scooter ou removida e conectada. Uma carga completa leva cerca de quatro horas em uma tomada doméstica nos EUA. O preço ainda não foi revelado mas é fácil imaginar que barato não vai ser.

Mas talvez seja um Bugatti que finalmente a maioria pode comprar! (MAO)

 

Morgan lembra vitória em Le Mans com modelo especial

A Morgan, uma minúscula empresa familiar perdida nas montanhas de Malvern, na Inglaterra, sempre foi pequena e artesanal. Deveria ser irrelevante para a grande ordem das coisas, mas sua influência e importância parecem só aumentar, mesmo nos dias de hoje.

Parece incrível, mas a empresa até já ganhou Le Mans. Na categoria até 2 litros, OK, mas ganhou. O feito aconteceu em 1962, quando um Plus Four SuperSports com a placa TOK 258 venceu a clássica prova francesa. E agora, sessenta anos depois, a Morgan continua fazendo Plus Four, e por isso, uma série especial limitada do carro comemora a data.

TOK 258, a caminho da vitória em 1962

Plus Four LM62 é o nome da versão. O motor e as especificações técnicas do LM62 permanecem os mesmos do Plus Four normal (motor BMW 4 cilindros turbo de 2 litros), mas várias mudanças de design sob medida prestam homenagem ao TOK 258.

Cada carro recebe pintura externa verde-escura e um pacote especial de decalques LM62 com círculos número 29 em branco. O splitter dianteiro e os escapamentos esportivos têm acabamento em preto. Pela primeira vez no Plus Four, o LM62 está equipado com uma capota rígida branca, um recurso que também remete ao vencedor de Le Mans. Outros recursos inspirados nas corridas incluem um emblema LM62 na parte traseira do carro, rodas pintadas de prata, faróis de direção e uma tampa do tanque de combustível estilo Le Mans.

Pode -se encomendar o LM62 com volante à direita ou à esquerda, e com opção de transmissão manual ou automática. O modelo custará a partir de £ 79.995, na Inglaterra. (MAO)

 

Valentino Rossi de volta, agora em quatro rodas

Valentino Rossi, a lenda do MotoGP, vai competir no GT World Challenge com um Audi R8 LMS GT3 Evo II. Quando ele anunciou sua aposentadoria da MotoGP no ano passado, muitos assumiram que ele faria a transição de duas para quatro rodas. Agora ele fez exatamente isso, e correrá pela W Racing Team da Bélgica, que venceu o GT World Challenge quatro vezes nos últimos oito anos.

“Estou muito feliz em me juntar à equipe WRT para um ano completo do Fanatec GT World Challenge Europe”, disse Rossi em comunicado. “Todo mundo sabe que sempre fui um grande fã de corridas de carros e que sempre me interessei em correr em quatro rodas quando minha carreira na MotoGP chegasse ao fim. Agora estou totalmente disponível para me dedicar a um programa de automobilismo de alto nível e com a abordagem profissional certa. A equipe WRT é o ajuste perfeito que eu estava procurando e estou ansioso para começar esta nova aventura no Fanatec GT World Challenge Europe.”

A temporada do GT World Challenge deste ano começará em 8 de março no Circuito Paul Ricard com testes de pré-temporada, enquanto as corridas começam em Imola em 1º de abril. E não é mentira! (MAO)

 

Lotse lança divisão de personalização de volantes

A fabricante brasileira de volantes Lotse, está lançando uma divisão de customização, redesign de empunhaduras e aplicação de materiais especiais a volantes, além de volantes especiais baseados nos modelos originais dos carros, a Lotse Concept Design.

Os primeiros modelos oferecidos são o volante K20 para o Civic Si 2007/2012, uma releitura feita pela Lotse, e volantes customizados para Volkswagen Up e linha Polo, e para o Subaru Impreza “Shark” 2007/2014,. Para mais informações sobre o serviço, visite o instagram da Lotse Concept Design (link).


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