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Zero a 300

O novo trailer de Velozes e Furiosos 7, encontro de carros termina com briga de mulheres, SP terá menos ônibus para “mais eficiência” e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas (ou não) do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

O novo trailer de “Velozes e Furiosos 7”

Depois do clipe de sete segundos com saltos absurdos publicado na semana passada, a Universal Pictures lançou ontem, no intervalo do Super Bowl, mais um teaser de “Velozes e Furiosos 7”. A julgar pelas cenas, o filme será muito menos veloz, e muito mais furioso, seguindo a tendência iniciada no quarto filme da série.

Sim, temos carros legais em muitas cenas de ação, mas é difícil aceitar que o nosso filme favorito sobre rachas na cidade se tornou uma espécie de “Os Mercenários” sobre rodas. Acha exagero? Então preste atenção no trecho final do trailer.

 

Encontro de carros termina com briga de mulheres nos EUA

Encontros de carros são a maior forma de celebração à cultura automotiva, sempre baseados na amizade e nos interesses comuns entre os membros de clubes e grupos. Em outras palavras, são uma das melhores formas de curtição para os gearheads. Mas como tudo no mundo, os encontros de carros também têm um lado negro, e ele às vezes pode afetar seriamente a forma que as pessoas enxergam esse tipo de evento.

Um exemplo desse lado negro foi o que aconteceu no Floria Street Races, em Orlando/EUA. Neste vídeo publicado pelo site ShiftHype, duas garotas começam a discutir por conta de uma publicação no Facebook, como se fossem adolescentes brigando pelo garoto bonitinho da turma, e chegam a trocar socos, chutes e até um taco de baseball é usado para destruir a janela traseira do Civic hatch vermelho, dirigido por uma das garotas. Um dos participantes escapa por pouco de ser atropelado pelo carro em fuga. Chocante e degradante.

Sim, degradante, afinal, esse é o tipo de vídeo que se espalha pelas redes sociais, muito mais que a cobertura de um evento sadio e divertido, e forma a opinião de gente que não conhece os eventos a fundo. Como resultado, os encontros ficam estigmatizados, os gearheads acabam marcados como párias, rachadores criminosos e vários outros clichês falsos que todos nós já ouvimos. E como bem diz o ShiftHype, temos a obrigação de ser melhores que isso. Sempre.

 

Prefeitura de São Paulo reduz números de ônibus para tornar sistema mais eficiente

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Foto: blogpontodeonibus.wordpress.com

A Prefeitura de São Paulo anunciou que irá reduzir o número de ônibus nas ruas da capital paulista com o objetivo de melhorar o transporte público na cidade. A afirmação soa como um contra-senso, afinal, menos ônibus tendem a significar menos viagens e menos espaço para os passageiros, mas segundo o projeto, isso não acontecerá. A nova licitação marcada para iniciar em fevereiro, prevê a contratação de 11.000 veículos, uma redução de 4.000 em relação a atual frota.

 

Segundo o projeto, explicado pelo prefeito Fernando Haddad, os ônibus que irão circular nos corredores e avenidas serão maiores — possivelmente articulados ou bi-articulados — e isso permitirá a redução de linhas trafegando por esses lugares, o que pode resultar em maior velocidade no sistema. Haddad afirma que é preciso “acabar com as filas de ônibus nos corredores e faixas exclusivas”.

O projeto prevê um sistema semelhante ao adotado por Curitiba e outras cidades brasileiras no começo dos anos 1990, com três tipos diferentes de ônibus: estrutural (que serão linhas troncais com maior capacidade de passageiros e maior velocidade média), “alimentador” (são linhas com veículos médios, para ligar os bairros aos corredores e terminais) e “intra-bairro” (linhas com veículos pequenos, tipo micro-ônibus, para bairros residenciais).

Nas estruturais, serão 2.000 ônibus articulados, com maior capacidade para passageiros. O sistema alimentador terá 4.000 ônibus médios, enquanto as linhas locais terão 5.000 micro-ônibus ou vans. Segundo a prefeitura, a redução de veículos no sistema também trará economia — que, em tese, deveria resultar em passagens mais baratas aos usuários. Segundo a prefeitura, o custo de salários de motorista e cobrador correspondem a 26% do custo operacional, e os veículos maiores levarão três vezes mais passageiros com o mesmo custo de pessoal.

Por outro lado, isso também representa uma redução do números de motoristas e cobradores — mais de 8.000 funcionários, considerando que cada ônibus que deixará de circular tem, no mínimo, um turno de motorista e cobrador. Além disso, os ônibus dos corredores não terão cobrador, pois o passageiro usará o bilhete único (ou pagará a passagem) ao entrar no terminal.

 

Chevrolet simula apagão na transmissão durante o intervalo do Super Bowl

Imagine a situação: você está finalmente assistindo à final do campeonato (seja qual for, de F1, futebol, basquete, surf, MMA) quando, durante o intervalo, a transmissão é interrompida e a tela fica preta. Um apagão no momento mais aguardado do ano.

Foi exatamente isso o que a Chevrolet simulou no intervalo do Super Bowl para divulgar uma nova funcionalidade de sua picape Colorado. O vídeo pergunta: “o que você faria se o sinal da TV caísse? A nova Chevy Colorado tem conexão 4G LTE e wi-fi. Você poderia assistir o jogo no carro. É só uma sugestão…”. Parece um jeito inteligente e bem sacado para demonstrar a funcionalidade — especialmente para americanos viciados em “football”.

 

Carros em navio encalhado são recuperados após acidente

Logo no começo do ano um navio cargueiro que transportava 1.200 carros da Jaguar Land Rover encalhou na costa britânica, próximo a Southampton. Depois de duas semanas de trabalho o navio finalmente foi retirado do banco de areia para onde foi direcionado para evitar seu naufrágio e os carros puderam ser desembarcados no porto britânico.

Este vídeo gravado durante o desembarque mostra a extensão dos danos nos carros. É possível ver que muitos deles saíram ilesos, enquanto vários outros sofreram danos e provavelmente serão enviados de volta à fábrica para serem reconstruídos. Além dos Jags e Land Rovers, também havia modelos de outros fabricantes britânicos, como Mini e Rolls-Royce.

 

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