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História

Os erros e acertos do Mini clássico

“Ainda bem que é um carro feio. Se fosse bonito também, ia ter que dar um tiro na minha própria cabeça.” – Aurelio Lampredi, engenheiro-chefe da Ferrari em 1959, ao experimentar o Mini. Um fracasso completo. Sim, um fracasso. O Mini é um ícone de várias formas diferentes. Um ícone de design: uma forma imortal e que nasceu pronta, completa, imutável, e que viveu em produção ininterrupta por mais de 40 anos. Apesar de não ser admirado como belo quando lançado, se tornou tão comum e amado que entrou no imaginário popular mundial de forma indelével: a BMW quando criou um Mini moderno em 2001, teve que emular sua aparência característica para que o carro pudesse ser entendido como um Mini, mesmo tendo quase nada em comum com ele. Um ícone de engenharia: de usar 80% de seu volume para levar passageiros e carga, passando pelo motor transversal dianteiro e a suspensão por cones de borracha, ainda hoje é admirado por sua engenharia elegante e extremamente inovadora. Um ícone minima

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