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Zero a 300

Os segredos do próximo Mustang / A reta final do Bugatti Chiron / O novo BMW M2 e mais!


Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Próximo Mustang será realmente híbrido?

A essa altura de 2022 você já deveria estar acostumado à ideia de um Mustang híbrido, afinal, depois do Mach E tudo é possível. Especialmente com a Califórnia e a Europa sufocando cada vez mais os motores de combustão interna. Com novas regras de emissões prestes a entrar em vigor em 2026 e uma nova geração do Mustang a caminho, parece que o muscle car vai ganhar uma ajuda elétrica.

Ainda não há confirmação sobre o powertrains híbridos, mas você sabe como é a internet… não se pode nem publicar seu próprio currículo hoje em dia, que as pessoas o transformam em notícias sobre segredos da indústria. Foi o que aconteceu com um engenheiro da Ford, que incluiu em seu perfil público no linkedin a participação no desenvolvimento de produto do Mustang S650 (também conhecido como “a próxima geração do Mustang”), na qual analisou pacotes de “alta e baixa pressão” dos motores “2.3 L4 Hybrid” e “5.0 V8 Hybrid”.

Tão intrigante quanto o “hybrid” é a informação de “alta e baixa pressão”. Difícil dizer se o engenheiro se referiu apenas ao 2.3 quando mencionou “alta e baixa pressão”, se a Ford está desenvolvendo um GT com supercharger/turbo, ou se o próximo Shelby também será híbrido. Considerando que o V8 5.0 aspirado terá 10 cv a menos neste próximo ano-modelo, é de se pensar que o V8 vá usar um turbo de baixa pressão para atingir as metas de emissões — afinal, a Ford não pode reduzir a potência de um novo Mustang.

Agora… será que um engenheiro com mais de 10 anos de experiência somente na Ford deixaria uma informação tão valiosa assim exposta em uma rede social?

Diante da dúvida, apuramos com uma fonte ligada à marca que não há previsão de uso de baterias na próxima geração, e que não há previsão de hibridização nem sobrealimentação do 5.0 — o fato de a Ford ter avaliado tais motores, não significa que eles serão adotados, afinal.

Ainda sobre o Mustang da próxima geração, soubemos que, além do câmbio DCT, há a previsão de um motor 6.2 supercharger, o que indica que o Shelby continuará se aproximando dos supercarros, como fez o Corvette. Ah, e eu quase esqueço: há a previsão de um Mustang E30 com câmbio automático apenas — que país usa E30 mesmo?

Voltando ao currículo publicado no Linkedin, ele ainda mostra que o Mustang é o “23MY”, ou seja: ano-modelo 2023. Esta talvez seja a única informação que será realizada, e significa que o próximo Mustang será apresentado em algum momento de 2022 como modelo 2023. Considerando os eventos americanos programados próximos do verão local, apostaríamos que a nova geração chega entre maio e agosto de 2022 e que a produção se inicia entre outubro e novembro. (Leo Contesini)

 

Fiat Strada, Argo e Cronos terão menos potência em 2022

Achou que só os americanos estão estrangulando seus carros? O Brasil também pode passar por isso com a introdução da sétima fase do Programa de Controle de Emissões Veiculares, o Proconve. A Fiat, por exemplo, lançou o Pulse 1.3 FireFly com 107 cv em vez dos 109 cv disponíveis no Argo, Strada e Cronos. E a diferença foi justamente devido ao novo protocolo de emissões.

Os camaradas do Motor1 apuraram com a Fiat que a redução de potência no motor do Pulse se deveu realmente ao Proconve 7, e que os Argo, Cronos e Strada produzidos a partir de 1º de janeiro de 2022 usarão as configurações do motor do Pulse, com os mesmos 107 cv do crossover.

Ainda de acordo com o pessoal do Motor1, a empresa pode vender os carros com a configuração de 109 cv até março de 2022 — o que é previsto pelas regras do Proconve. Isso significa, portanto, que os modelos de 109 cv deverão continuar por alguns meses nas lojas, até que os lotes novos, produzidos em 2022, comecem a substituí-los. (Leo Contesini)

 

Bugatti fará apenas mais 40 Chiron

Quando a Bugatti lança um automóvel, já diz quantos deles irá fazer; quando se vende carros acima dos três milhões de dólares, exclusividade é algo para ser gerenciado com cuidado e carinho. O Chiron, como o Veyron que veio antes dele, sempre se soube, foi programado e definido para existir em apenas 500 unidades.

A novidade é que, se você estava pensando em encomendar o seu mais para frente, é melhor mudar de ideia e fazê-lo já. A Bugatti acaba de informar que fará apenas mais 40 carros. O motivo é o aumento da demanda, que cresceu sobremaneira no terceiro trimestre de 2021, incluindo aí o dobro da demanda do ano passado na China.

O Veyron precisou de 10 anos para vender 450 unidades; o Chiron parece que vai vender 500 em bem menos tempo. Anunciado em 2016, o primeiro carro foi entregue em março de 2017. Em maio de 2018, o centésimo Chiron já estava com seu dono, e março deste ano, a conta estava em 300 unidades.

Bilionários é o que não faltam no mundo, afinal de contas; só no último ano a Forbes apontou mais 500 pessoas entrado para o clube dos bilionários em dólares americanos. Gente para quem um carro de 3,6 milhões de verdinhas, entregue na porta da fábrica, não aqui no Brasil, note, não parece ser um problema. A maioria dos donos de Chiron ainda tem seu Veyron, e as vezes, mais de um de cada.

E como sabemos, esses carros representam uma porcentagem mínima de sua renda anual; ao contrário do seu Kwid, que representa 70% da sua renda anual. “Caro”, afinal de contas, é um conceito relativo; para eles, é barato. (MAO)

 

O novo M2 terá motor de M3 e transmissão manual

A BMW continua testando a fidelidade de seus fãs: carros de desenho cada vez mais estranho, renegando seu passado em propagandas esquisitas, tornando o câmbio manual raríssimo em sua gama. Mas pelo menos ainda faz alguns carros esportivos interessantes, todos eles com a letra M em seu nome.

E um deles parece que vai ficar melhor do que pensávamos: o site The Drive diz que, segundo suas fontes dentro da BMW, o novo M2, a ser lançado como MY2023, terá o mesmo motor S58 usado nos M3 e M4. E mais: uma opção de câmbio manual vai estar disponível. O motor terá um pouco menos potência que os M3/M4, porém: 455hp.

Esta fonte diz também que todo pacote de alta performance do irmão maior se repetirá no M2: diferencial autoblocante eletrônico e suspensão recalibrada com opção de amortecedores adaptáveis. Pode se esperar também aerodinâmica aprimorada e um teto opcional de fibra de carbono. Os únicos itens supostamente deixados de fora em comparação com o M3 e o M4 maiores são os freios de carbono-cerâmica e os bancos mais esportivos.

A BMW não confirma estas informações, claro. Mas sabemos que existirá um M2, e o uso deste motor não parece um absurdo; com os M3 e M4 agora do tamanho de uma série 7 antiga, o M2 é a real arma de alto desempenho da marca, e deve ter um motor à altura. Parece que será o canto do cisne do BMW tradicional; depois dele o que virá? Certamente um elétrico. Quem puder não deve perder a chance de comprar um, qualquer que seja o motor; será um carro cobiçado no futuro. (MAO)

 

Bom demais para ser verdade: rumores no Japão falam de um novo MR2

A Toyota é uma empresa que ainda tenta nos dar carros interessantes, mesmo com seu estigma de Corolla-company jogando contra. Ela nos deu, junto com a Subaru, uma segunda geração do seu “86”, com um delicioso boxer de 2,4 litros e tração traseira num cupê 2+2 barato. Também, com menos sucesso, mas empenho similar, nos deu um novo Supra que, apesar de ser repudiado como um clone de BMW Z4, existe e é um carro bem interessante. Uma atuação maior em carros esporte do que muito provedor tradicional de carros desse tipo, hoje em dia.

Mas essa parece boa demais para ser verdade: o site Motor1 reporta um boato no Japão de que depois de parcerias com a Subaru e a BMW para fazer carro esporte, a Toyota estaria em negociações com a Lotus e a Porsche para reeditar seu outro carro esporte famoso: o MR2 de motor central.

O propulsor supostamente seria um sistema híbrido plug-in, segundo a publicação japonesa Spyder7, baseado num motor V6 de 2,8 ou 3,0 litros montado em posição central traseira. A potência total seria de 350cv. A publicação dá dois detalhes que parecem comprovar que é só um boato mesmo: primeiro, o carro teria estilo derivado do conceito “Alessandro Volta” de 2004 (fotos), já com quase 20 anos de idade. O outro é que seria lançado em 2024: teria que estar em desenvolvimento já.

Embora pareça realmente ser um boato, a notícia não deixa de nos fazer pensar: e se compartilhar plataformas e até carros inteiros com outras empresas for mesmo o caminho futuro para os carros esporte? Funcionou com a Toyota e a Subaru, mas não com a Mazda e Fiat; ainda é cedo para dizer com a Toyota e a BMW. Talvez entre duas empresas de status e nacionalidade parecidas…Uma versão mais simples sem eletricidade do NSX chamado MR2 talvez? (MAO)

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