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Car Culture

Pequenos prodígios: como os kei cars ajudaram a criar a indústria automobilística do Japão

Na pequena cidade do interior onde moro desde que nasci, há um Daihatsu Cuore. Já conheço este carro há anos – um pequeno hatchback azul marinho menor que quase todos os outros carros que rodam por aqui (talvez só perca para um Gurgel Supermini cor-de-vinho que já vi duas ou três vezes). Seu dono, que já está com ele há bastante tempo, só anda correndo. E, em todas as vezes que topei com ele, parecia que o cara estava se divertindo demais. E, quando comecei a ganhar a vida escrevendo sobre carros e me interessar ainda mais por eles, foi inevitável desejar aquela diversão para mim, também. Assim como o Subaru Vivio e o Suzuki Samurai, o Daihatsu Cuore foi um dos kei cars que tivemos a chance de comprar no Brasil logo que as importações de automóveis foram liberadas no Brasil – afinal, éramos um mercado gigantesco que, de repente, tornou-se mais uma opção para as fabricantes, que resolveram aproveitar. Não durou muito tempo, porém: quando se trata de carro, o brasileiro médio geral

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