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Por que a Toyota não é vista como uma marca entusiasta?

Se eu falar da Toyota, aposto que o primeiro carro que virá à sua cabeça será um Corolla, ou então o Etios, e sua falta de estilo. Mesmo que você tenha lembrado do Sprinter Trueno e sua capacidade drifter, ou dos turbos do Supra, você dificilmente enxerga a Toyota como uma marca de esportivos. Pode ter sido a necessidade da marca em vender a imagem de robustez e durabilidade de seus utilitários e sedãs, algo necessário para conquistar o ocidente — em especial o mercado americano, nas décadas de 1970 e 1980, quando a Crise do Petróleo fez o preço da gasolina disparar e a economia de combustível falava mais alto que o desempenho. Mas hoje, mais do que nunca, a fabricante japonesa é um dos principais redutos dos esportivos puristas, como deixam claro o Toyota GT86 seu primo distante, o Yaris GR, e uma das marcas mais dedicadas aos esportivos e ao automobilismo — mantendo-se fiel ao Mundial de Endurance, à NASCAR, ao rali Dakar e ao WRC, sem contar as categorias regionais, como a Súper

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