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Zero a 300

Toyota Supra ganha mais potência e motor 2.0, o Pagani mais potente já feito, “Kombi” elétrica chega em dois anos e mais!

Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Toyota Supra ganha motor 2.0 e mais potência no 3.0 na linha 2021

Se os fãs raiz do Supra já torceram o nariz para o fato de ele ser baseado no BMW Z4, imagino que não será a versão 2.0 turbo que irá destorcer — e por isso ninguém deve estar aguardando ansiosamente seu lançamento, afinal, a Toyota já oferece um cupê com tração traseira e motor de quatro cilindros há um bom tempo, certo GT86?

“Ah, mas o GT86 não tem turbo”, alguém poderá dizer. É verdade. Mas ele tem um câmbio manual de seis marchas, algo que o Supra de quatro cilindros não tem. Ao menos não em um primeiro momento, porque a Toyota acabou de divulgar os dados técnicos do Supra 2.0 turbo e eles confirmam a expectativa de que o 2.0 será equipado apenas com o câmbio automático de oito marchas.

Como no BMW Z4, o motor 2.0 usa apenas um turbo de fluxo duplo (o chamado twin-scroll) e produz 258 cv e 40,7 kgfm para levá-lo aos 100 km/h em 5,2 segundos — pouco mais de 1 segundo mais lento que o Supra 3.0. Um apelo racional está em seu peso mais baixo e na conservação da distribuição 50/50, mas 1.420 kg não é exatamente leve para um cupê de quatro cilindros com tração traseira.

Se comparado ao GT86 seu diferencia seria unicamente o motor turbo, já que quem procura um Toyota cupê, esportivo, leve e com câmbio automático pode levar o GT86, que tem 200 cv produzidos por seu boxer aspirado feito pela Subaru. Claro, ele não tem o refinamento do acabamento do Supra, mas certamente não custará tanto quanto o Supra.

 

O modelo começará a ser vendido na Europa em março de 2020 e já tem uma versão especial, a Fuji Speedway, que terá 200 unidades, rodas de 19 polegadas, bancos de Alcantara e detalhes de fibra de carbono.

A situação do 2.0 não fica muito melhor com as mudanças que a Toyota promoveu na versão 3.0 que ficou mais potente e apenas 2 kg mais pesada. A linha 2020 tinha 340 cv e 1.540 kg, enquanto a linha 2021 tem 387 cv e 1.542 kg. Com isso, a diferença de peso para o 2.0 é de 122 kg, porém a relação peso/potência do modelo mais potente ainda é maior: são 3,98 kg/cv no 3.0 e 5,5 kg/cv no 2.0. Aparentemente o Supra 2.0 será um carro para um nicho muito específico, que faça questão de um Supra mais equilibrado, e não se preocupa que ele seja um pouco mais lento. (Leo Contesini)

 

Pagani revela detalhes do Huayra Imola

Você talvez lembre que em setembro do ano passado a Pagani revelou discretamente uma versão mais radical do Huayra batizada Imola. Na ocasião eles apenas apresentaram algumas poucas imagens do carro e não revelaram seus detalhes técnicos. Agora, eles foram revelados pela Pagani da China, junto de novas imagens de divulgação.

Segundo o comunicado, ele usa o V12 biturbo de seis litros das demais versões, porém recalibrado para produzir 838 cv e 112 kgfm de torque. Isso faz dele o Pagani mais potente já construído. O melhor é que ele não é um exemplar único, mas uma pequena série de cinco carros, dos quais quatro ainda estão disponíveis. (Leo Contesini)

 

Próximo Audi R8 deve usar motor V10 híbrido

O Audi R8, para nosso alívio, vai mesmo ganhar uma nova geração – a informação já foi confirmada por Oliver Hoffman, diretor da divisão Audi Sport, aos britânicos do Top Gear. E ele foi além, dizendo que muito provavelmente a terceira encarnação do superesportivo vai usar um motor V10 híbrido.

Não adianta bater o pé e reclamar – a alternativa, afinal, é um powertrain totalmente elétrico. De acordo com Hoffman, a Audi ainda está decidindo a plataforma e a configuração do conjunto. “Mas é certo que com esta próxima geração teremos de nos adequar às regulamentações no âmbito mundial”, ele disse. “Isto significa que o novo R8 terá alguma eletrificação.” Isto posto, considerando o DNA de pista do R8 e a demanda dos fãs de automobilismo, a combustão interna não poderá ser abandonada.

A Audi também deverá levar em consideração o diferencial que o motor V10 representa em relação aos rivais do R8, que apostam nos downsizing com seus motores V8 biturbo (mais precisamente, a Ferrari e a McLaren). Para Hoffman, não há motivo para seguir o mesmo caminho com o R8 – em vez disso, ele enxerga a tecnologia híbrida como uma oportunidade para entregar mais potência e manter o motor relativamente limpo. “Eu lembro que há alguns anos todo mundo falava sobre downsizing e reduzir peso, e a gente não precisa disso. Ainda há uma demanda muito alta de nossos clientes por mais potência. E nós temos a chance de atender a esta demanda com a eletrificação da plataforma.”

Ainda não há uma previsão de quando o novo R8 será apresentado, especialmente porque a Audi está ocupada com sua linha de elétricos e-Tron – e porque o R8 passou por um facelift no ano passado, o que lhe deve garantir uma sobrevida de três ou quatro anos. Mas o prognóstico é bom. (Dalmo Hernandes)

 

Grande Prêmio da China é adiado devido ao coronavírus

O Grande Prêmio da China, que seria realizado no dia 19 de abril, será adiado por tempo indeterminado – e a causa é a epidemia do coronavirus, de acordo com a FIA. Segundo o pronunciamento oficial da organização:

“Como resultado de uma preocupação recorrente, e com o pronunciamento da Organização Mundial da Saúde, que declarou o coronavirus como uma emergência de escala global, a Fórmula 1 e a FIA tomaram estas medidas para assegurar a saúde e a segurança de seu pessoal, dos participantes do campeonato e dos fãs, algo que permanece como preocupação primária.”

A FIA ainda não estipulou uma nova data para a corrida, que seria a quarta etapa da temporada 2020. Na verdade, nem mesmo há a certeza de que a corrida vá acontecer – a Federação diz que “todas as partes envolvidas vão levar o tempo que for necessário para estudar a viabilidade de datas alternativas para o GP ainda neste ano, caso a situação melhore.” (Dalmo Hernandes)

 

Plano de eletrificação da Maserati começa em 2020

A Maserati revelou os planos de eletrificação em sua linha, o fabricante italiano será a vitrine tecnológica do grupo FCA. O primeiro produto eletrificado será a versão híbrida do sedã Ghibli, que chega ainda em 2020 mirado no BMW 530e. Junto da eletrificação virá o sistema de condução semi-autônoma nível 2, que é um cruise control adaptativo com assistente para manter na faixa de rodagem e obrigação do motorista manter as mãos no volante. O fabricante está trabalhando no nível 3 também, que permite tirar as mãos do volante mas obriga o motorista estar atento para intervir.

O grande destaque da Maserati vem mais tarde em 2020, será um super esportivo novo chamado Alfieri. O Alfieri será o primeiro carro elétrico da marca e também vai contar com uma versão híbrida, uma versão apenas com motor a combustão está em estudos. Para acompanhar o Alfieri virá um uma nova geração do gran tourer Granturismo. Ele também contará com versões elétricas, híbridas e a combustão e chega em 2021.

Para aumentar a participação no mercado a Maserati irá lançar um novo SUV abaixo do Levante, previsto para começar os testes em 2021. Nos planos da Maserati não constam novas gerações para o Levante e o Qattroporte, mas vazamentos indicam que esses carros terão novidades em 2023. A Maserati vem reformando a fábrica de Mirafiori para poder receber a produção de carros elétricos. Já a fábrica na sua sede, em Modena, está recebendo uma cabine de pintura nova com baixo impacto ambiental para receber a produção do Alfieri. (Eduardo Rodrigues)

 

Fiat Doblò continuará sendo produzido e vai ganhar Isofix

Até agora o futuro do Fiat Doblò, o furgão multiuso da fabricante, era meio incerto – ele está na mesma geração desde 2001, afinal, e só teve um facelift abrangente em quase duas décadas. Mas ele vende bem e, por isso, a Fiat decidiu mantê-lo em produção para a linha 2021, devidamente equipado com o sistema Isofix de fixação para cadeirinhas infantis.

De acordo com os colegas do Autos Segredos, o Doblo será vendido em versão única, a Essence, com sete lugares e motor E.torQ 1.8 de 132 cv. O preço deverá partir de R$ 95.890. De série, o Doblò Essence vem com direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos e volante com regulagem de altura. As únicas mudanças em relação à linha 2020 são os faróis com máscara negra, iguais aos do Doblò Adventure, que já não é mais vendido desde junho de 2019. (Dalmo Hernandes)

 

Volkswagen confirma nova Kombi elétrica para 2022

A Volkswagen sempre cria expectativa com seus fãs apresentando conceitos retrô inspirados na Kombi que nunca são levados para a linha de produção. Dessa vez ela parece querer mudar isso e confirmou que o conceito I.D. Buzz será produzido na Alemanha em 2022 e será exportada para o mundo todo. A produção pode estar confirmada, mas ainda falta decidir o nome. O prefixo I.D. deverá ser mantido por ser parte da nomenclatura dos elétricos da marca.

A nova Kombi será feita na plataforma MEB de elétricos da VW, que fez sua estreia no ID.3, e terá motor na traseira assim como a Kombi clássica. Não se sabe ainda o quanto que a versão de produção do I.D. Buzz será parecida com o conceito, mas ao que tudo indica apenas a versão de passageiros será feita.

O grupo Volkswagen está investindo pesado nos elétricos e planeja vender 22 milhões de veículos com essa motorização, a Kombi moderna vem para engrossar esses números. Além dela a VW tem planos de produzir o conceito I.D. Buggy, que é um buggy feito na plataforma MEB. A versatilidade dessa plataforma e os planos da VW remetem ao chassi do Fusca, que também tinha motor traseiro e serviu de base para diferentes tipos de veículos. Aguardamos pela filial brasileira fazer um SP2 na MEB. (Eduardo Rodrigues)

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