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Técnica

Você já conhecia o motor V5 da Volkswagen?

Configurações pouco usuais de motores parecem algo de um passado distante. Os motores oito-em-linha, por exemplo, acabaram abandonados nos anos 1950 em favor dos mais modernos V8. O V4 não resistiu à chegada do moderno Ford Sierra, após ser usado por quase 20 anos no Taunus e em outros modelos Ford na Europa. O Wankel, uma promessa para o futuro na distante década de 1970, sucumbiu às leis de emissões da profilaxia almejada pelo mundo moderno, partindo para as páginas da história em junho de 2012. Ele chegou a conviver com uma outra configuração incomum e bem menos lembrada que todos estes citados. Durante os anos 1990, a Volkswagen achou que seria uma boa ideia criar um motor V5. Pois é... V5. Não podia ser um VR6 amansado, nem um L4 anabolizado ou mesmo um L5 emprestado da Audi. Não. Eles precisaram criar um motor novo, com uma configuração jamais vista até então. A ideia de se usar cinco cilindros em um motor é obter o desempenho e a suavidade de um seis-cilindros, sem paga

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