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Automobilismo

As maiores trapaças da Fórmula 1

No início da temporada de 1982 a Williams e a Brabham alinharam seus carros para o GP do Brazil com uma das trapaças mais brilhantes e, ao mesmo tempo, descaradas da história da Fórmula 1: arrefecimento líquido para os freios. Todos conhecem bem o negócio: um reservatório de quase oito litros de água que servia para arrefecer os freios. Isso no papel, claro. Na prática, a água era borrifada ao longo das primeiras voltas e o carro passava o restante da corrida mais leve que os demais. Após o fim da prova, os reservatórios eram preenchidos, de acordo com o regulamento, e o carro era pesado. Com os quase oito litros de volta, ele estava no peso regular. É claro que não durou muito tempo. Na primeira prova a Renault, que ficou em terceiro naquele GP, atrás dos carros da Williams e da Brabham, protestou contra o resultado e os líderes acabaram desclassificados por terem corrido abaixo do peso mínimo. Para coibir essa trapaça, a FISA mudou a regra de pesagem do carro, proibindo que eles tive

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