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Car Culture

O Agente, capítulo 1: Combustão noturna

Era a primeira noite de trabalho depois das férias. A primeira do ano – enfim, 2112 havia começado. Não fazia três minutos que o veículo de patrulha estacionara na locação designada quando o alerta apareceu na HUD de seu visor: um rachador se aproximava. Não que fosse necessário: a luz quente dos faróis halógenos anunciava sua presença de longe. A viatura já havia se adiantado. O ligeiro aumento nos batimentos cardíacos do Agente era um claro sinal de que uma perseguição iria acontecer. O sistema imediatamente calibrou os pneus, enrijeceu a suspensão e acionou o motor, produzindo um zunido leve. Um som que ele escolheu a dedo na primeira vez em que sentou-se no seu veículo, 16 anos atrás, e nunca mais trocou. Por alguma razão ele sabia que os 360 kW de sua viatura equivaliam a quase "500 cavalos-vapor". Ele só havia visto um cavalo uma vez na vida, na área verde protegida da cidade onde havia crescido. Não havia muita coisa lá – apenas um punhado de animais holográficos,

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