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Car Culture

Estado de fluxo e hipnose da estrada: quando dirigimos sem perceber que estamos dirigindo

“Eu já estava na pole, primeiro por meio segundo, depois por um segundo, e eu continuei baixando. De repente eu estava dois segundos mais rápido que todos os outros, incluindo meu colega de equipe com o mesmo carro. E repentinamente eu percebi que já não estava mais pilotando o carro conscientemente. Estava pilotando por um tipo de instinto, como se eu estivesse em uma dimensão diferente. Foi como se eu estivesse em um túnel, não apenas o túnel do hotel, mas todo o circuito era um túnel. Eu estava indo e indo e cada vez mais e mais e mais rápido. Estava bem acima do limite, mas ainda capaz de encontrar muito mais. Então eu acordei”. Com essas palavras que Ayrton Senna descreveu sua pole position do GP de Mônaco de 1988, quando colocou brutais 1:47 de diferença sobre Alain Prost, que tinha exatamente o mesmo McLaren MP4/4 para acelerar nas ruas do principado. Para muitos, essa sensação descrita por Senna foi uma experiência transcendental, resultante de sua obstinação em andar cada vez

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