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Automobilismo

O Alfa Romeo que nasceu Ferrari e foi bicampeão da Fórmula 1


Para quem chegou ao planeta Terra nos anos 1980 ou depois, é fácil desdenhar da Ferrari. O cenário dos carros esportivos, hoje, é povoado por Lamborghini, Pagani, Porsche, McLaren, Aston Martin, Ford, Chevrolet, Hennessey, Koenigsegg e Maserati, além da própria Ferrari e de marcas que eventualmente se aventuram no território dos supercarros, como a Mercedes, a Audi, a Honda e a Toyota. Como eu sempre digo, estamos vivendo uma época incrível para gostar de carros — e é por isso que um bigodeiro juvenil pode abrir o Twitter, sentado no banco do motorista do carro que ele imagina ter, para criticar a Ferrari. Não estou dizendo de forma alguma que a Ferrari é uma entidade sacrossanta, imune às críticas — seus carros tiveram fases sombrias e o design adotado após a ruptura com a Pininfarina está demorando para se acertar. Mas a Ferrari vai além disso. Porque a Ferrari estava escrevendo a história do automobilismo antes de todo mundo. Olhe para a lista acima: se existe Lamborghini, é por c