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FlatOut!
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Car Culture Pensatas

O conflito de gerações da cultura automotiva

Quando criança eu não tinha muitos carrinhos. Não era uma questão de dinheiro: eu era apenas um grande destruidor de brinquedos, muito provavelmente com aval dos meus pais. Isso, por que, como tantas crianças, eu os desmontava para ver como eram por dentro. Como eles funcionavam, por que faziam tal coisa. E se você foi uma destas crianças, sabe que, na remontagem, sempre sobram algumas peças e o brinquedo nunca mais é o mesmo. Meus pais não eram relapsos por me deixarem fazer isso. Quem tem filhos já sabe o porquê: se a criança tem essa inclinação para a curiosidade e habilidade para desmontar um brinquedo, é melhor deixá-lo fazer isso, desenvolvendo sua cognição e coordenação (o que inclui a frustração de não ter mais o brinquedo) do que protegê-lo de si mesmo, como se fosse uma frágil boneca de porcelana. Ainda hoje, passadas mais de três décadas, eu tento desmontar algumas coisas para compreendê-las. Comecei antes do FlatOut Podcast #37, aquele no qual falamos sobre a "to

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