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Automobilismo

Rubens Barrichello e o azar da Fórmula 1

1994 foi um ano agitado. Dener morreu, Kurt Cobain morreu, Senna morreu, Mussum morreu, Tom Jobim morreu. Bill Clinton nos EUA, eleições no Brasil. Genocídio em Ruanda. Copa de 1994, Brasil tetracampeão. Me despedi dos amigos e mudei de cidade, de casa, de escola. Sofremos um acidente de carro na viagem da mudança, procuramos muitas casas novas, tentei aprender a jogar tênis, roubaram minha bicicleta, aprendi a andar de ônibus, consertamos o carro, comecei a torcer para um novo time. O dinheiro mudou, achei uma pequena fortuna no chão, conheci os BMW E36 na concessionária da cidade, peguei recuperação em matemática pela primeira vez na vida. É muita coisa para a memória de um moleque de dez anos guardar em detalhes. Mas há algo de que me lembro bem: de um piloto que vivia numa caixinha de ketchup na geladeira de casa. Rubinho Barrichello. De repente, o nome de Rubinho se tornou mais frequente nas transmissões. Eu ainda não acompanhava a Fórmula 1 e meus pais só assistiam às corridas por

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