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Car Culture

Sciabola voadora: a incrível história do AMX/3

Os fãs da BMW se acostumaram a identificar os carros da marca pelo seu número de projeto; afinal de contas, um nome como “BMW 325i” pode estar pregado na traseira de um monte de carro diferente. É necessário que se diga “BMW 325i E36” por exemplo, para que uma imagem mais clara sobre o que falamos se forme. OK, ficar identificando carros por códigos internos do fabricante é coisa que denota gente meio anormal, que precisa sair mais, arrumar mais o que fazer da vida. Pelo menos é o que certamente diria um analista, antes de receitar um monte de remédio tarja preta, caso eu quisesse realmente mudar isso e marcasse uma consulta. Mas como não quero, o fato não muda: identificar BMW sem seu código é coisa para neófitos. O significado desse “E” era simplesmente “projeto” em alemão: “Entwicklung”. A numeração é sequencial, então um E36 é o sexto projeto da BMW depois do E30.  Lógico e simples. Quando se chegou no E99, ao invés do próximo ser o E100, mudou para F01, usand

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