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FlatOut Edição 151: o Subaru WRX STI Samurai | o elo perdido dos Gol GT | guia de compra Passat TS e mais!


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FlatOut Classics & Street

O “Dr Colchão” tem provavelmente o mais veloz Subaru WRX das pistas nacionais. Pode um carro que nasceu em rali ir bem no asfalto? Claro que sim; um carro rápido é um carro rápido.

Ainda mais esse, um WRX STI type R com componentes de primeiríssima qualidade e focado somente em uso nas pistas. E um potentíssimo e durável flat-4 de 450 cv na roda.

Subaru Impreza WRX STI Type R “Samurai” | FlatOut Street


 

Guia de Compra

Já viu os preços dos Volkswagen esportivos, né? Pois existem duas versões que “não pegaram” preço — e parece que não vão subir muito mais: os dois Passat TS — o modelo de 76 a 78 e o modelo 79 a 82.

Se você não quer pagar dezenas de milhares de reais por um Gol, estes Passat são uma boa opção para curtir um quadrado esportivo. E para não entrar em uma roubada, falamos com os proprietários e entusiastas do Passat TS para descobrir tudo o que você precisa saber antes de comprar o seu.

Guia de Compra Passat TS: o que saber antes de comprar o seu?


 

GoodGuys

O GTS se parece mais com o GT ou com o GTi? É uma pergunta difícil de responder com precisão sem pensar muito. Especialmente porque nem todo GTS é igual — e isso faz com que um deles seja o mais raro de todos.

Gol GTS 1987: o elo perdido entre o Gol GT e o Gol GTi


 

“Por volta de 1988 então tínhamos aqui as versões mais evoluídas desta leva de esportivos nacionais: Gol e Passat GTS, Escort XR3 “segunda fase”, Monza S/R 2.0 e Uno 1.5 R. Em 1989, tudo mudaria: Monza e Passat não existiriam mais, o Escort receberia o motor 1.8 do Gol GTS, o Uno viraria 1.6 R, apareceria o Kadett GS e o primeiro esportivo injetado, o Gol GTI. Uma época bem agitada para um mercado fechado e isolado, não?”

A batalha carburada dos anos 1980: 1.5R, XR3, Gol GTS, Pointer e Monza S/R


 

Técnica

Mais um dia normal na oficina de Land Rovers, não é mesmo? Agora.. você sabe por que se faz isso? Por que se tira a carroceria do chassi? Como se faz isso e quanto tempo leva?

Por que se remove a carroceria dos Land Rover? Como se faz isso?


 

“Envenenar um motor” era uma gíria antiga para preparar um motor. Mas em alguns casos, o veneno era real: os motores usavam mesmo substâncias tóxicas para obter mais desempenho. A que todos lembram é o chumbo-tetraetila, mas algumas existem até hoje no mercado.

Motores envenenados: como substâncias tóxicas influenciaram o desempenho dos carros no passado


 

Clubsport

O entusiasta sem dinheiro pode ser feliz? Existe vida abaixo de clássicos amados internacionalmente como o Alfa Romeo GTV? Por muito tempo, um certo Marco Antônio Oliveira vem dizendo que se você não pode ter um Alfa Romeo, um Chevette é uma boa segunda opção.

Mas agora acabou o papo, a teoria, o talvez: nossa intrépida dupla de adversários anda nos dois carros, os avalia seriamente (pelo menos, o mais seriamente que conseguem) e coloca esta história toda à prova. É sacrilégio comparar um reles Chevette e um chique Alfa Romeo GTV 1750?

MAO vs Murad: Alfa Romeo GTV vs Chevette

 


 

Motos

Os anos de mercado fechado dos anos 1980, criados artificialmente por uma canetada estatal, causaram uma série de problemas de todos os tipos. Mas como tudo na vida, tiveram um lado bom. Um deles foram as lendárias motos gaúchas da Agrale.

Elefantré, Enduro, Dakar e SXT – relembrando as motos da Agrale


 

História

“Ao usar a plataforma do Civic, eles se concentrariam em fazer algo extremamente econômico. Como o que faz um carro ser econômico é o mesmo que faz ele ser um bom carro esporte (baixo peso, baixo arrasto aerodinâmico, área frontal reduzida, motor eficiente para seu deslocamento), seria fácil criar versões mais esportivas depois. ”

Ao colocar um motor mais forte no seu carro econômico de dois lugares baseado no Civic, a Honda criou, nos anos 1980, um novo tipo de carro esporte. Um que faz uma falta danada hoje em dia.

Honda CRX: o a vida e a morte do Civic de dois lugares


 

Um texano que venceu Le Mans usando macacão de fazendeiro. Um inglês radicado na Califórnia que fazia MG de corrida e os pilotava com incrível sucesso. Um executivo da Ford que seria secretário de defesa do governo americano. Uma família dona de uma antiga e perigosamente decadente fábrica na Inglaterra. E até um português.

Todos eles são um pouco pais do maior vira-lata da história do automóvel: o Shelby Cobra. Um catadão de peças e coisas de vários lugares que não devia funcionar, mas funcionou; mais que isso: se tornou uma lenda.

O nascimento do Shelby Cobra


 

“Pise fundo a 1.000 rpm em quinta marcha, quando o velocímetro do Ferrari Berlinetta Boxer está a apenas 50 km/h, ou a 5500 rpm quando o mesmo instrumento mostra 240 km/h, e o resultado é exatamente o mesmo: um grande, sólido, incrível empurrão para a frente, tremendamente poderoso, mas também suave como seda, e acompanhado por um glorioso e único som. O que quer que você faça com o Boxer, e o que quer que você pense dele, um fato é inescapável: O seu motor é seu coração e sua alma. O extraordinário doze-cilindros contrapostos faz muito mais que prover um impressionante desempenho ao BB: é a essência do conceito do carro, o criador de seu caráter, o provedor de seu nome, e a razão por que o Boxer é único no mundo automobilístico, e na história da Ferrari.”

Ferrari Berlinetta Boxer: doze cilindos contrapostos, para rua.


 

ESTE Gol GTS 1.8
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